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26/03/2019

Recomendação internacional sobre violência de gênero é traduzida para o português

- Fonte: TJSP

Judiciário integra esforços mundiais em prol das mulheres.

Recomendação internacional sobre violência de gênero é traduzida para o português

    A tradução para o português da Recomendação Geral nº 35 do Comitê para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), da Organização das Nações Unidas (ONU), foi apresentada na última terça-feira (12) durante sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O texto tem o objetivo de contribuir com o combate de toda forma de discriminação e violência contra a mulher, tanto de maneira preventiva e protetiva quanto repressiva. Acesse aqui o documento.

 

    O presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, afirmou que o lançamento do texto faz parte dos esforços para enfrentar o problema social da violência de gênero contra a mulher. “É uma estratégia para a construção de uma sociedade mais justa e solidária, na qual todos sejam, independentemente do gênero, tratados igualmente sob todos os aspectos”, declarou.

 

    Segundo a juíza do TJSP Maria Domitila Prado Manssur, que atua na área e esteve presente ao evento, “o Conselho Nacional de Justiça, ao traduzir para a língua portuguesa a Recomendação Geral nº 35, além de aproximar os operadores do Direito de tratado internacional que complementa e atualiza as orientações aos Estados-Partes estabelecidas na Recomendação Geral nº 19, enaltece o direito de mulheres e meninas - inseparável dos direitos humanos -, de viver livre da violência de gênero e confirma o Brasil como Estado Democrático de Direito orientado pelo princípio da igualdade entre as pessoas",

 

    O Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ, coordenado pelo juiz do TJSP Geraldo Ferreira Lanfredi, dirigiu os trabalhos de tradução. O documento faz parte de uma série de normas internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário e foram traduzidos pelo CNJ. Também participaram da solenidade a supervisora da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, conselheira do CNJ Daldice Santana; os juízes Adriana Ramos (TJRJ), Ariel Nicolai (TJPR) e Luciana Rocha (TJDF); e a especialista em Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da ONU Mulheres, Aline Yamamoto.

    *Com informações do CNJ.

 

    Comunicação Social TJSP – GA (texto) / Luiz Silveira - Agência CNJ e divulgação (fotos)

    imprensatj@tjsp.jus.br

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